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Summer of ’94 e por aí fora… Corrigido por "barraca37"

Sempre gostei do Verão. Não pelo calor (que até nem gosto muito…) mas pelo facto de poder tocar mais vezes... das noites... da partilha...
Corria o belo summer of ‘94 estava a dar os meus primeiros passos musicais, com os “Paz d’Alma” com Coelho (Paulo) na voz, Biquinho (Ricardo Santos) na bateria, Filipe Pires na guitarra e Hugo Valverde no baixo e comigo nas teclas. Noites loucas…
Surgem também os “Jazz Faz Tarde” com Beta, Abelha, Mota, Beto e Micha. Aparecem também os "Kamasutra Band" liderados pela voz de Pedro Lucas, Nélson Brilhante na guitarra, Tó-Jú no baixo, Valter na bateria e Manuel Peixe nas teclas, seguidos pelos “Ínclita Geração” com Hugo Piló na liderança. Já então tocávam “Mário João e os Mês Riques Filhes” assim como os “Springbok”, de Vítor Maurício, Vítor Moreira e Filomeno Costa. Tínhamos também a “Banda da Praia” com Taveira, Paulo e Nuno Bigodes, Remígio e Nélson Quico. Depois dos “Paz d’Alma”, surge um update para a “Banda da Piúga” com Américo Matias na voz, Bruno Espadana no baixo e mais tarde na guitarra e Ricardo Mota na guitarra.
Gostei muito desta fase da minha vida. Não pedíamos licença para nada. Precisámos de uma carrinha, comprámos. Precisávamos de material para tocar, comprámos. Tudo à conta do nosso esforço e nosso talento. Só um de nós tinha idade para ter carta de condução. Mas comparados com os putos de hoje, éramos uns homenzinhos… Vieira, Pedrógão, Benedita, Ourém, Fátima, Caldas da Rainha, Rio Maior, Leiria, eram nossos poisos habituais…
Durante mais de 10 anos, praticamente a música ao vivo desapareceu da Nazaré. Foi a abertura do "Bar do Peixe" que deu novo impulso à música ao vivo. Depois foi a vez do "NBar" fazer a sua aposta. Agora temos também o "Anastacius", "Parlapié", "Irish Pub", "Barra Bar" a fazerem música ao vivo com regularidade, e outros bares como "Pé-Leve", "Mastrobar", "Oceano" e "Sabor a Mar" a fazê-lo em épocas altas. Nem todos têm condições para fazer música ao vivo. Mas estão a contribuir positivamente para a noite nazarena.
Bandas Nazarenas a tocar em bares? Temos os “B’54”, os “BeSax”, os “Popitude”, “Baracóbanda”, "Francisco Taveira", "Vítor Maurício", "Sílvio Salvador", "Hugo Piló", "Nylon", "Littlebick", "Trio e Meio", “All Things Shining”, entre outras…
Diz-me a experiência que este estado de graça tem um limite óptimo. Depois, cai. Até lá, vamos todos aproveitar porque a noite nazarena está em altas!

Uma boa notícia!

"Nazaré avança com projecto de protecção das dunas "
No âmbito desta intervenção, serão condicionados os acessos à Praia do Norte ao longo do caminho pedonal já existente, paralelo à linha de costa. Será instalado um corredor em madeira de pinho tratado, com interrupções em cinco pontos de acesso.

Coisas em Condições 2

Auditório da Biblioteca Municipal da Nazaré
"Nazaré Clássica", Recital de Jovens Pianistas
Com Sara Batalha, Jorge Mota e Jaqueline Conde
Dia 2 de Julho, 21.30h, Entrada livre.

Angel


Farrah Fawcett, da série "Charlie's Angels" e um dos maiores sex symbols da década de 70 e 80, morreu, esta quinta-feira, aos 62 anos, após ter perdido a batalha contra o cancro.
A referida série encontra-se actualmente em exibição na RTP Memória por volta das 21.30h, sob a rubrica "Séries a Sério", depois do "Alô, Alô"...

A vida como ela é... por Aydano André Motta


Neste momento da vida nacional, a piada que corre a grande rede parece totalmente baseada em fatos reais.
Um prefeito queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros: um japonês, um americano e um brasileiro.
- Faço por US$ 3 milhões - disse o japonês. - Um pela mão-de-obra, um pelo material, e um para meu lucro.
- Faço por US$ 6 milhões - propôs o americano. - Dois pela mão-de-obra, dois pelo material e dois para mim... Mas o serviço é de primeira!
- Faço por US$ 9 milhões - disse o brasileiro.
- Nove paus? - espantou-se o prefeito.
- Três para mim, três para você, três para o japonês fazer a obra.
- Negócio fechado! - respondeu o prefeito.


(descaradamente "roubado" daqui: http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/ )

Rubrica "Coisas em Condições"

Satisfazendo um pedido de amigo-desnaturado-que-me-deve-um-jantar, ou pelo menos, uma imperial e uns tremoços, vou inaugurar uma rubrica chamada "Coisas em Condições" que passará essencialmente por divulgar iniciativas públicas e privadas de eventos na Nazaré. Começo pela,
"Nazaré Clássica" - recital de saxofone e piano , no Auditório da Biblioteca Municipal da Nazaré, com início às 21.30 horas. Entrada livre.
Para mais informações acesse o link http://www.cm-nazare.pt/Events/PesquisaEventos.aspx e confira.

Respeito a tua opinião (mas a tua opinião é uma m€rd@!)


O Nazareno é opinioso por natureza. A frase “se fosse eu a mandar…” faz parte do nosso código genético tão bem quanto a frase “menos que ninguém!”. O respeito pela opinião alheia é sustentado numa tal de “cultura democrática” que os Nazarenos pensam que têm.
Enquanto a discussão anda no limbo da indecisão, que toda a gente vê que não vai resultar numa qualquer conclusão, todos dizem “não concordo, mas respeito a tua opinião!” e todos ficam contentes por dizer e ouvir esta frase, autoparabenizando-se pelo seu elevado sentido democrático…
No entanto, quando há interesses em jogo, objectivos a atingir, a discussão torna-se mais aguerrida podendo mesmo resultar em divisão por facções.
Nesta fase, fingindo respeito pela opinião do adversário, outrora interlocutor, tentam impingir a sua opinião utilizando argumentos depreciativos da opinião que antes respeitavam. Alternam vertiginosamente entre a agressividade e a condescendência. Quando têm aliados para a causa, completam as frases um do outro como se tivessem estudado a matéria em casa. Intimidam e confundem o adversário. Por vezes, conseguem.
Por vezes este tipo de Homo Sapiens nem sempre consegue vergar o “burro” cuja opinião “respeitava”. Porque, por vezes, esse “estúpido” até pensa pela sua própria cabeça e não se deixa intimidar por argumentos falaciosos e embrutecidos. Porque, reconhecendo que não sabe tudo, está convicto de que está com a razão do seu lado.
Chegamos então à fase preferida dos autoproclamados “Respeitadores de Opinião” e dos “Democratas Mais Que Cultos”: a fase do “Se Não Estás Comigo, Estás Contra Mim!”.
E assim se perde mais uma oportunidade de crescer…